A vida por aqui é boa. Longe da azáfama dos estudos olho o horizonte, ouço Tom Waits, sinto o calor do sol a bater nos pés. A vida é mesmo boa. Esta doce monotonia é apenas quebrada pelo som ocasional de um barco passageiro – o único motor que se ouve ao longo do dia.
O único dispositivo electrónico é este telemóvel, onde escrevo. Serve para matar o vício de Internet – 10 minutos por dia, o bastante. A ocasional fotografia para o Facebook, quase necessidade nos dias que correm. A Internet tornou-se parte integrante da vida, como um quinto membro do corpo.
Não há fotografias, não consegui fazer o upload, fica para outro artigo. Aos amigos que lêem isto, estou bem!
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