Ainda não foi desta que ajudei

Pedro Ranheta na sua doação

Comecei o dia de hoje com um ânimo acrescido, hoje era dia de fazer a minha primeira doação de sangue. A importância deste acto, era inflacionada por este ser também uma vitória pessoal contra a procrastinação. Infelizmente nem tudo correu como planeado.

Bem comido, animado e de ego inchado lá me dirigi ao Hospital Dr. José Maria Grande em Portalegre para iniciar todo o processo de doação. Depois do sempre penoso processo de encontrar um lugar no parque para estacionar, procurei pelo grupo que me havia desafiado. Preenchido o questionário era altura de fazer os exames de rotina – medição da tensão arterial e dos níveis de hemoglobina.

Dirigi-me então ao consultório, onde o médico me confrontou com algumas das minhas respostas. Tudo corria bem, até que chegados à ultima questão, ele me deu a conhecer o facto de não poder prosseguir com a minha doação. O motivo? Uma endoscopia a que fui submetido há menos de um ano.

Num misto de tristeza e incredibilidade saí do consultório. Para a próxima já não espero haver nenhum factor que me impeça de contribuir desta forma tão simples, já que nesta ocasião apenas consegui documentar o evento.

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2 Respostas a Ainda não foi desta que ajudei

  1. Julieta diz:

    Eu também não posso doar sangue porque faço colonoscopias de rotina todos os anos, mas estou solidária com todos aqueles que hoje demonstraram ser homens e mulheres com H.

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