Tenho lido algumas coisas sobre o estilo de vida minimalista, talvez pelo facto de ajudar a namorada no processo de mudança de casa e me ter várias vezes encontrado na situação de agradecer por ter um carro comercial. É um processo complicado fazer uma mudança, carregar todas as nossas posses de um lugar para outro de forma rápida e eficiente – leia-se, sem partir nada no processo.
Escrito e dirigido por Christopher Nolan, este filme leva-me a dizer, talvez prematuramente, que estamos perante a obra prima deste verão. O elenco é, também ele, bastante bom. Leonardo DiCaprio, Joseph Gordon-Levitt (500 Days of Summer), entre muitos outros.
A vida por aqui é boa. Longe da azáfama dos estudos olho o horizonte, ouço Tom Waits, sinto o calor do sol a bater nos pés. A vida é mesmo boa. Esta doce monotonia é apenas quebrada pelo som ocasional de um barco passageiro – o único motor que se ouve ao longo do dia.
O único dispositivo electrónico é este telemóvel, onde escrevo. Serve para matar o vício de Internet – 10 minutos por dia, o bastante. A ocasional fotografia para o Facebook, quase necessidade nos dias que correm. A Internet tornou-se parte integrante da vida, como um quinto membro do corpo.
Não há fotografias, não consegui fazer o upload, fica para outro artigo. Aos amigos que lêem isto, estou bem!
Dirigido por Danis Tanovic, baseado num livro de Scott Anderson, Triage é um drama que conta a história de Mark Walsh (Colin Farrell), um fotojornalista que regressa a casa sem o colega.
Ontem, ao entrar num bar deparei-me com esta publicidade embutida na bandeira portuguesa. A publicidade tem o nome de duas empresas bastante conhecidas. E nem vou referir aqui as palavras que proferi ao ver tal coisa.
Acha correcto a utilização de um simbolo, como a bandeira nacional com o intuito de promover um banco e um jornal, ou outra qualquer empresa já agora?